UNICEF: O verdadeiro amor pelos outros

Sustentabilidade Conheça o projeto da UNICEF. Faça o bem sem olhar a quem, são mais de 90 mil pessoas que recebem ajuda alimentar.
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A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada em 1945, entre os países vencedores da II Guerra Mundial.

Com o objetivo de criar uma instituição que fosse capaz de resolver as disputas internacionais, manter a paz e evitar mais conflitos armados.

Várias organizações subsidiárias ajudam na realização das suas missões em diferentes áreas.

Uma dessas organizações é a UNICEF  - que tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento.

Mais de 90 milhões de pessoas recebem ajuda alimentar em 73 países através da ONU.

Todo o trabalho que estas organizações fazem inclui todos os dias o "Amor ao Próximo” e é no Manual do Programa Alimentar Mundial (World Food Programme).

Que encontramos referência ao "Amor ao Próximo” que só as mulheres são capazes de sentir e pôr em prática.

O Programa refere que " A comida deve ser distribuída preferencialmente às mulheres, a não ser que isso as exponha a maior rico de violência”.

Em cenários de catástrofe total, a comida é distribuída a todos sem grande controlo - mas apenas quando não há outra forma e a situação já é descontrolada.

Havendo possibilidade de trabalhar no terreno de forma relativamente pacífica, a distribuição é controlada.

Contabilizada para cada agregado familiar e são as mulheres as responsáveis por esta tarefa de distribuição.

A experiência no terreno foi mostrando à UNICEF e a outras instituições, que as mulheres vão permitir que os alimentos sejam distribuídos de forma rápida e que todos os necessitados vão receber a sua parte.

Está na natureza da mulher ser assim generosa e "cuidadora”, principalmente nestes cenários de fome.

A noção de Amor ao Próximo ultrapassa largamente o "Amor a mim mesmo” e é desta forma que é possível que a ajuda chegue a todos os que precisam.

Apesar de estas realidades parecerem muito longínquas, há sempre alguma coisa que podemos fazer, quanto mais não seja através de donativos ou das nossas próprias mãos na forma de voluntariado.