Se quer preservar o seu cérebro, protega-o do stress oxidativo!

Bem Estar Existem diversos fatores que aumentam os radicais livres, veja quais são eles.
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Com o passar dos anos queremos ganhar conhecimento, experiência e manter ou aumentar a nossa capacidade cognitiva.

Queremos manter um cérebro ativo, de sermos capazes de nos lembrarmos de todas as nossas histórias e aventuras, de continuar a aprender.

E de conseguir raciocinar com a mesma eficácia (e se possível, com mais eficácia).

Só a ideia de começarmos a ter dificuldade em resolver problemas que antes considerávamos simples, de deixarmo-nos de lembrar onde deixamos os objetos.

Ou o que combinamos com amigos e familiares, é sem dúvida intimidante para muitos de nós.

Caso se identifique com esta descrição, este texto é para si. 

O nosso cérebro é uma órgão bastante complexo e capaz de inúmeras coisas maravilhosas – a nossa capacidade criativa e de resolução de problemas parece infindável.

Mas para que o cérebro seja capaz de tudo isto tem que ter as condições necessárias para o fazer.

Nomeadamente um adequado fornecimento de nutrientes, oxigénio, glicose e tem ser protegido contra diferentes agressores:

Químicos, metais pesados, compostos neurotóxicos e contra o excesso de stress oxidativo. 

Stress oxidativo e cérebro

Um elevado stress oxidativo condiciona o funcionamento cerebral, inibindo resposta celulares eficazes, alterando a forma como as diferentes células cerebrais funcionam e pode condicionar morte neuronal.

A doença de Alzheimer e diferentes demências têm sido associadas a um elevado stress oxidativo. 

A fragilidade do cérebro ao stress oxidativo advém da sua elevada quantidade de ácidos gordos polinsaturados (gorduras essenciais extremamente susceptíveis à oxidação) e da sua menor capacidade de produção de antioxidantes.

Torna-se por isso fundamental controlar a produção excessiva de radicais livres de oxigénio e aumentar a ingestão de antioxidantes. 

Infelizmente nos dias de hoje, são muitos os factores que aumentam a produção destes radicais livres: a poluição (dentro e fora de casa).

A absorção de diferentes químicos artificiais contidos nos cremes, alimentos e medicamentos, a falta de sono, o stress (em especial o stress crónico) são alguns exemplos.

Visto que com a idade vamos perdendo a capacidade de adequadamente controlar o excesso de stress oxidativo torna-se importante termos alguns cuidados.

Nomeadamente na ingestão dos antioxidantes mais eficazes (sob a forma de alimentos e/ou suplementos).

De forma a melhor controlar o excesso de stress oxidativo e proteger o seu cérebro! 

O que fazer? 

  • Proteja-se da absorção excessiva de diferentes toxinas ambientais;
  • Tenha uma alimentação que estimule a sua capacidade de desintoxicação;
  • Evite a ingestão de aditivos que prejudicam a função cerebral;
  • Aumente a ingestão de diferentes alimentos antioxidantes, como diferentes frutas, hortícolas e frutas oleaginosas (como as nozes, as amêndoas, as avelãs, a castanha de caju, ou as nozes do brasil);
  • Doseie o seu stress oxidativo;
  • Comece a fazer um suplemento antioxidante.