CouchSurfing

Sustentabilidade O couchsurfing, que é um explêndido serviço de hospitalidades americano, ganhou fama e atualmente possui mais de 1 milhão de membros espalhados por 180 países.
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Sara, de 29 anos, açoriana a viver no porto, trabalha em Recursos Humanos e começou a fazer couchsurfing em 2012.

Sara fala-nos da sua experiência

O que é para mim o Couchsurfing

O Couchsurfing não é um sistema de "estadia grátis”, é muito mais que isso. Permite conhecer países do ponto de vista de quem mora lá, lugares menos turísticos, conhecer pessoas fantásticas com experiências de vida muito diferentes.

Para além do factor monetário, que também é importante, o facto de poder conhecer pessoas tão diversas, aventureiras, curiosas e generosas é o que mais me agrada, a troca de conhecimento é enorme.

Receber pessoas em minha casa também é uma experiência fantástica, acabei por conhecer ainda melhor o Porto e explorá-lo de outro ponto de vista, quebrar a rotina.

Cuidados a ter

O Couchsurfing funciona por referências. No início comecei a receber um pouco a medo, mas com o acumular de experiências positivas ganhei mais confiança. Aconselho a aceitar/enviar pedidos a pessoas com algumas referências, leio sempre os perfis com atenção, vejo que tipo de referências a pessoa tem, e geralmente trocamos algumas mensagens antes de nos encontrarmos. Confesso que a intuição também tem um papel na decisão. Mandar um pedido simpático e personalizado também é importante. Aceito pedidos mais facilmente de alguém que se deu ao trabalho de ler o meu perfil e mostra isso na mensagem do que algumas mensagens que recebo que são claramente formatadas para envios em massa. Os CS Meetings do Porto também me permitiram conhecer Couchsurfers de cá e trocar ideias e pedir conselhos no início. Outra regra de ouro é a comunicação, não é inédito existirem mal entendidos devido a diferenças culturais, linguísticas, etc. Falar com as pessoas se se sentir algum desconforto com alguma situação é o melhor a fazer.

Experiências Marcantes

Todas as experiências que tive foram incríveis.

As pessoas que mais me marcaram foram sem dúvida aquelas com quem me identifiquei imenso desde o início e com quem ainda mantenho contato, trocamos emails, mandamos postais uns aos outros quando viajamos e já cheguei a encontrar-me com elas quando viajei para os países onde estão neste momento.

Aliás, nas últimas viagens que fiz fiquei sempre em casa de pessoas que hospedei no Porto, conheci as famílias, amigos, a cidade onde moram e passei grandes momentos.

Umas das experiências de que mais gostei foi ter participado como voluntária num evento do Dia Internacional da Paz em Bruxelas, a convite de um amigo do Couchsurfing.

Obrigada Sara por esta partilha!

Se gostaram desta alternativa, podem ir a couchsurfing e planear a vossa viagem.