Alimentos e emoções: uma relação de dar e receber

Bem Estar Saiba como uma alimentação correta pode ajudar diretamente na melhora do seu humor.
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Há vários anos que se aponta para que a abundância relativa de nutrientes específicos pode afetar os processos cognitivos e as emoções.

Vamos dar alguns exemplos de pesquisas  recentes:

  • Proteínas: são essenciais para a produção de neuro mediadores cerebrais, sendo estes bastante influenciadores das nossas emoções;
  • Cálcio: estão presente nos lacticínios, frutos secos e algas, constitui um regulador do sistema nervoso e do ritmo cardíaco;
  • Magnésio: quando nos falta o magnésio presente nos legumes e frutos secos, chocolate e marisco, sentimos maior ansiedade e depressão;
  • Vitamina B12:  a carência de vitamina B12  presente, por exemplo,  na carne, peixe e ovos origina anemia, baixa cognitiva e desorganização mental;
  • Ferro: a privação de ferro encontrado na carne, ovos e beterraba , provoca anemia, e como consequência um humor melancólico e diminuição da capacidade física e psíquica;
  • Fósforo: o fósforo presente na carne, peixe, ovos, pão, ervilhas e frutos secos é indispensável ao bom funcionamento das células nervosas;
  • Vitamina C: a vitamina C favorece a síntese das catecolaminas que desempenham um papel importante na situação de stress. Permite reforçar a vitalidade e enfrentar melhor a fadiga. Pode-se encontrar nos frutos e legumes;
  • Vitamina B6: a vitamina B6 participa no processo de síntese dos neurotransmissores. A sua carência relaciona-se com uma reduzida capacidade de resistência ao stress e cedência a vários tipos de emoções negativas. Onde a encontrar? Na carne e no peixe;
  • Ômega 3: é um agente de equilíbro do sistema nervoso central, intervindo positivamente sobre o humor e reforçando a resistência ao stress. Encontramos essencialmente nos peixes gordos e também sementes de linhaça;
  • Cafeína: a cafeína, do café, chá e chocolate, constitui um estimulante que em doses adequadas tem um efeito benéfico sobre o humor.

Desta forma, percebemos que os alimentos, graças à sua composição química, atuam sobre as nossas emoções.

Neste sentido devemos ter cautela nas modificações qualitativas da nossa dieta alimentar quotidiana, pois estas tem sempre um impacto emocional significativo.