Abordagem da prevenção positiva

Bem Estar Saiba como a psicologia positiva ajuda a evitar problemas como a ansiedade e depressão.
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A psicologia positiva defende que a construção de forças e ajudar as pessoas a desenvolver o seu optimismo, ao invés de reparação de danos, evita efectivamente a depressão e ansiedade, por exemplo.

Neste sentido, existe um conjunto de factores que podem silenciar a psicopatologia: os traços humanos positivos.

Ao identificarmos os pontos fortes das pessoas "em risco”, e ao desenvolve-los podemos fazer uma prevenção eficaz.

Os pontos fortes passam pela coragem, espírito de futuro, optimismo, habilidade interpessoal, fé, ética de trabalho, a esperança, a honestidade, a gratidão, a perseverança, flexibilidade e capacidade critica, entre outros.

Grande parte do trabalho de prevenção neste novo século será a criação de uma ciência da força humana, cuja missão será a de entender e aprender a fomentar essas virtudes nos jovens.

Precisamos de medir de forma confiável e validamente esses pontos fortes. Precisamos de continuar a desenvolver e testar intervenções para construir esses pontos fortes.

Existem três grandes estratégias: incutir esperança, desenvolver a construção dos pontos fortes e a narração.

Todos estes se concentram na construção sistemática de competências, em vez de apenas corrigir fraquezas.Vamos dar um exemplo:

Usar o sentido de humor (uma das "armas” da psicologia positiva)

Como se processa no cérebro o sentido de humor?

Em primeiro lugar escutamos ou lemos a história e de seguida os receptores de audição/visão enviam estas informações ao cérebro.

De seguida, o hemisfério cerebral esquerdo (lógica) começa a ordenar os dados recebidos de forma a acertar o final lógico da história.

Por outro lado, activa-se uma pequena área do hemisfério cerebral direito, que nos permite imaginar a história através de uma perspectiva absurda, utilizando zonas implicadas no processamento da linguagem.

Para podermos contrastar o imaginado com o resultado final inesperado, precisamos também de utilizar a memória a curto prazo.

Nesta fase o nosso cérebro irá detectar o absurdo/divertido e para que se produza o sentimento de diversão e gargalhadas é necessária a actuação da zona que processa os sentimentos.

Como muitos outros estímulos positivos, o absurdo/divertido activa uma área do cérebro que produz dopamina, também conhecida como a hormona da felicidade.

O exercício mental favorece o desenvolvimento da memória a curto prazo e o sentido de humor aumenta caso tenham uma inteligência fluida e criativa.

Rir é saudável, acelera o ritmo cardíaco, aumentando o transporte de oxigénio ao cérebro e diminui o stress. As pessoas com humor apresentam um sistema imunitário mais forte, sofrem 40% menos de enfartes e vivem em média mais 4 anos.

O riso advém de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelo controle das emoções mais primitivas como o medo e a alegria/prazer.

E isto dá que pensar, pois trata-se de uma condição implícita biologicamente, quem sabe se o riso, não será uma condição necessária à nossa sobrevivência?

"Se conseguir rir dos seus impedimentos para ser feliz, é porque os consegue superar."